nunca havia sido capaz de cuidar de uma planta sequer, mas daquele homem ela cuidava com uma dedicação quase obsessiva, bilhetes nos bolsos da calça, emails de hora do rush, cartas de amor pelo correio como em 1995 e desenhos na palma da mão enquanto dormia. ela regava, alimentava, segurava uma sombrinha em cima de sua cabeça pra proteger do sol do meio dia e ele, exatamente como as orquídeas que matara ano passado, era só silêncio.
um dia ela cansou.

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