chegaste como um tombo baby, que me deixou estatelada de costas pro chão do qual só agora penso em levantar. e nossa cama, antigamente tão pequena pra mal caber os dois corpos pequenos e a imensidão de histórias, hoje sobra espaço e falta amor. errado como um pai que enterra um filho são os lençóis que resistem ao amor morimbundo, talvez preferisse ter te deixado antes, enquanto teus braços ainda aqueciam o frio de agosto.

Comentários

  1. bom passear pelas tuas letras...
    um pouco de verdade em um mundo de mentiras...
    puro sentimento!
    sentimento puro!

    ANCORADOURO

    Nesta bela marina
    ancorei meu barco
    com ancoras de isopor...

    Passadas de maresia
    pisam de leve
    sobre meu peito
    aberto pelo desfolhar
    do vento breve...

    A brisa morna
    leva para longe
    mágoas marcadas
    pelo amargo tempo...

    O sol passa a iluminar
    trevas das almas
    pesadas teias tecidas
    por penadas penas...

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  2. nossa!!! eu sinto a mesma coisa! as vezes dou uma sumida, paro de escrever, depois volto.. e numa dessas minhas retomadas, postei no meu e depois fui ver o que eu tinha perdido nos blogs que eu acompanho e cara, eu vim aqui e tinha um texto teu que era praticamente o que eu tinha acabado de postar só que escrito no teu jeito. eu me identifico muito com tudo aqui! e eu admiro muito a tua escrita! babo mesmo

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