chegaste como um tombo baby, que me deixou estatelada de costas pro chão do qual só agora penso em levantar. e nossa cama, antigamente tão pequena pra mal caber os dois corpos pequenos e a imensidão de histórias, hoje sobra espaço e falta amor. errado como um pai que enterra um filho são os lençóis que resistem ao amor morimbundo, talvez preferisse ter te deixado antes, enquanto teus braços ainda aqueciam o frio de agosto.
Demonstrando uma vez mais ser de insensibilidade e egoÃsmo excepcionais, me disse, como se proclamasse um elogio: "Você foi protagonista do meu ano". DO-MEU-A-NO. Ecoou. Calei. Me preservei. Se dissesse a verdade, ele ganharia de novo. Ele sempre ganhava. A verdade, aqui lhes conto sem medo, é que eu quis ele que fosse o grande protagonista da minha vida. Casar no Timbuktu, amar pra sempre, comprar móveis e o caralho a quatro. PARIR SEUS FILHOS, isso sim é um elogio, baby.
bom passear pelas tuas letras...
ResponderExcluirum pouco de verdade em um mundo de mentiras...
puro sentimento!
sentimento puro!
ANCORADOURO
Nesta bela marina
ancorei meu barco
com ancoras de isopor...
Passadas de maresia
pisam de leve
sobre meu peito
aberto pelo desfolhar
do vento breve...
A brisa morna
leva para longe
mágoas marcadas
pelo amargo tempo...
O sol passa a iluminar
trevas das almas
pesadas teias tecidas
por penadas penas...
nossa!!! eu sinto a mesma coisa! as vezes dou uma sumida, paro de escrever, depois volto.. e numa dessas minhas retomadas, postei no meu e depois fui ver o que eu tinha perdido nos blogs que eu acompanho e cara, eu vim aqui e tinha um texto teu que era praticamente o que eu tinha acabado de postar só que escrito no teu jeito. eu me identifico muito com tudo aqui! e eu admiro muito a tua escrita! babo mesmo
ResponderExcluir