fitter happier more productive
2012 foi doÃdo e por primeira vez faltaram vilões ou culpados. foram trezentos e sessenta e tantos dias de uma longa caminhada, em linha reta, na qual ninguém prestou atenção se a direção era a certa. 2012 doeu os ossos, olhos, peito e pele, foram trezentos e mais alguns dias de chuva até os joelhos e subindo, foram noites de medo e de afogamento e o eterno despertar outra vez e seguir andando, confusa sobre o destino, porém certa da necessidade. 2012 foi estranho, sobretudo. principalmente porque depois de andar por tantos dias, já faz um par de semanas que me sentei pra ver o sol e por aqui decidi ficar. era fadiga e hoje já quase sou fênix, o céu não tem nuvens e alguém me disse que o vento frio que trouxe minha lua era signo de paz (meu recomeço se deu antes do calendário, cristão ou maia). obrigada pelo amor, 2012, que me deu de comer e beber nessa longa trajetória, e me despeço sem saber muito bem aonde cheguei, mas feliz por estar aqui. o vento que sopra indica o sul e isso sempre foi sinal de boa esperança.
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