Cuando llegué tenÃa miedo a que la ciudad me tragara. No dejó de llover por 3 meses, y no dejé de llover por 6: pensé que el agua me iba a limpiar, pero es ácida la lluvia en la Ciudad de México. Nada como a chuva de Monte AprazÃvel. Lembra quando a gente saÃa pra passear na chuva? Não lembro mais como é viver em Monte AprazÃvel. Lembro que fazia muito calor mas não lembro da cor do céu à s seis da tarde. El cielo de la Ciudad de México raramente tiene color. Solo contaminación. Me arden los ojos, me seca la piel y ya olvidé el miedo que sentà cuando llegué. He recorrido la Ciudad de México, desde Satélite hasta Xochimilco y ahora mi miedo es dejarla. Me gustarÃa que conocieras la lluvia limpia de Monte AprazÃvel, el calor húmedo y las estrellas. La Ciudad de México nunca nos deja mirar las estrellas. Contigo serÃa más fácil regresar. Tengo miedo a que me olvides si te dejo. A que te trague la ciudad.
Demonstrando uma vez mais ser de insensibilidade e egoÃsmo excepcionais, me disse, como se proclamasse um elogio: "Você foi protagonista do meu ano". DO-MEU-A-NO. Ecoou. Calei. Me preservei. Se dissesse a verdade, ele ganharia de novo. Ele sempre ganhava. A verdade, aqui lhes conto sem medo, é que eu quis ele que fosse o grande protagonista da minha vida. Casar no Timbuktu, amar pra sempre, comprar móveis e o caralho a quatro. PARIR SEUS FILHOS, isso sim é um elogio, baby.
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