Cuando llegué tenÃa miedo a que la ciudad me tragara. No dejó de llover por 3 meses, y no dejé de llover por 6: pensé que el agua me iba a limpiar, pero es ácida la lluvia en la Ciudad de México. Nada como a chuva de Monte AprazÃvel. Lembra quando a gente saÃa pra passear na chuva? Não lembro mais como é viver em Monte AprazÃvel. Lembro que fazia muito calor mas não lembro da cor do céu à s seis da tarde. El cielo de la Ciudad de México raramente tiene color. Solo contaminación. Me arden los ojos, me seca la piel y ya olvidé el miedo que sentà cuando llegué. He recorrido la Ciudad de México, desde Satélite hasta Xochimilco y ahora mi miedo es dejarla. Me gustarÃa que conocieras la lluvia limpia de Monte AprazÃvel, el calor húmedo y las estrellas. La Ciudad de México nunca nos deja mirar las estrellas. Contigo serÃa más fácil regresar. Tengo miedo a que me olvides si te dejo. A que te trague la ciudad.
Das saudades que eu tenho? Subir a rua Alabama e chegar na 17.
Recordo caminhar por uma Cidade do México fria, cinzenta e poluÃda, lábios secos e nariz sangrando. (Quase) nunca faltaram pés que aquecessem meus pés, mas lembro ir dormir muito tarde e acordar muito cedo pra uma cidade vazia e escura e insisto em acreditar que aquela tristeza que me dava te ver dormir tão manso enquanto me deixavas ir embora sem medo, diariamente, foi algum tipo de sinal. Das camas alheias a tua foi minha favorita. Outro dia vi que redecoraste a casa toda e aquela cama se foi em algum caminhão, e tive certeza de que nossa história nunca escrita já tinha perdido seu lugar: ele segue seu caminho pela avenida Revolución e eu fico aqui mesmo, pra pegar Patriotismo. (Nossas avenidas desde sempre nos indicavam caminhos opostos, desavisada nunca fui). Até hoje sorrio ao escutar as músicas que você me apresentou. Sempre te lembro cantando, igual aquele dia quando saà do banho e te espiei do corredor: violão na mão, cantando de olhos fechados, pra um público invisÃvel, minha...
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