El otro dÃa me sugeriste volver a escribir. En vez de pensar pelotudeces, dijiste. Me encanta la palabra pelotudez. De las cosas que me encantan de vos, está tu argentinidad. Nunca decidà dejar de escribir, sabes? Pero probablemente mi inconsciente lo hizo, y lo hizo porque soy bien pinche miedosa. Para escribir hay que sentir un montón y a veces es más cómodo no sentir. AnsiolÃticos del alma, que te mantienen siempre a una temperatura promedia, el café nunca muy fuerte, el dulce de leche nunca muy dulce, las lágrimas nunca muy corrosivas. ¿Sabés?
Enquanto as mãos dele corriam firmes pelo seu corpo ela tremia. Não era desejo, curiosamente, a provocar-lhe a sensação insólita. Seus sentimentos não vinham do útero, nada tinham a ver com a ideia de um ventre não fecundado, com a antecipação do amor desperdiçado lhe escorrendo pelas pernas com a menstruação do mês seguinte. Ela gemia e sabia que não era uma foda qualquer que calaria suas ânsias dessa vez. Naquela cama minúscula, pela primeira vez se despiu de todos os receios e sofreu com a descoberta de um vazio que ninguém mais lograria preencher. Olhando pra ele chorou, sem conseguir pronunciar a confissão: precisava que lhe enchesse o corpo de vida e sem ele, ela (e o corpo) nunca seria(m) completa(os). Precisava daquele homem mais perto. Dentro. Incorporado. Impregnado.
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