pensei que talvez nunca terÃamos que dizer em voz alta, mas a verdade é que tudo tem sua hora. eu chorei, você chorou mas continuamos aqui, eu inteira na curva do teu ombro, você inteiro na curva do meu ombro e um esperado adeus que ninguém quer dar. chove em algum lugar e a certeza de que amanhã o café vai descer amargo.
Masoquista
Em uma interminável luta contra meu eu mais lúcido te procuro em toda parte e felizmente é sempre em vão. Na minha cabeça passam os trechos como um filme daquele filme que fizeste no Rio de Janeiro. Fecho os olhos e o sol se põe mil vezes na baÃa de Guanabara, meus cabelos ao vento e aquela luz tão melancólica. O som da tua risada não consigo esquecer. A voz é a primeira das lembranças a fugir, me contaram uma vez mas eu, mesmo tendo queimado há meses minha cópia do teu filme, quando fecho os olhos e vejo o sol se por em um loop infinito, ouço claramente o som da tua risada. Estive na Lapa outra vez semana passada, mas cruzei a ponte Rio-Niterói antes mesmo de nascer o dia, tive medo dos teus ecos. Me arrependi depois e busquei por todas partes aquele filme que fizeste. Era vontade de doer, eu acho. Continuo procurando restos nossos, vez ou outra. Por sorte, é forte o medo de procurar em teu presente, arriscar descobrir que tua felicidade hoje contrasta com a minha l...
chove dentro de voce, nà o? garota. espero que esse seu 'inteira' seja tanto fisico quanto psicologico :)
ResponderExcluirperfeito.
ResponderExcluir