Cuando llegué tenÃa miedo a que la ciudad me tragara. No dejó de llover por 3 meses, y no dejé de llover por 6: pensé que el agua me iba a limpiar, pero es ácida la lluvia en la Ciudad de México. Nada como a chuva de Monte AprazÃvel. Lembra quando a gente saÃa pra passear na chuva? Não lembro mais como é viver em Monte AprazÃvel. Lembro que fazia muito calor mas não lembro da cor do céu à s seis da tarde. El cielo de la Ciudad de México raramente tiene color. Solo contaminación. Me arden los ojos, me seca la piel y ya olvidé el miedo que sentà cuando llegué. He recorrido la Ciudad de México, desde Satélite hasta Xochimilco y ahora mi miedo es dejarla. Me gustarÃa que conocieras la lluvia limpia de Monte AprazÃvel, el calor húmedo y las estrellas. La Ciudad de México nunca nos deja mirar las estrellas. Contigo serÃa más fácil regresar. Tengo miedo a que me olvides si te dejo. A que te trague la ciudad.
Masoquista
Em uma interminável luta contra meu eu mais lúcido te procuro em toda parte e felizmente é sempre em vão. Na minha cabeça passam os trechos como um filme daquele filme que fizeste no Rio de Janeiro. Fecho os olhos e o sol se põe mil vezes na baÃa de Guanabara, meus cabelos ao vento e aquela luz tão melancólica. O som da tua risada não consigo esquecer. A voz é a primeira das lembranças a fugir, me contaram uma vez mas eu, mesmo tendo queimado há meses minha cópia do teu filme, quando fecho os olhos e vejo o sol se por em um loop infinito, ouço claramente o som da tua risada. Estive na Lapa outra vez semana passada, mas cruzei a ponte Rio-Niterói antes mesmo de nascer o dia, tive medo dos teus ecos. Me arrependi depois e busquei por todas partes aquele filme que fizeste. Era vontade de doer, eu acho. Continuo procurando restos nossos, vez ou outra. Por sorte, é forte o medo de procurar em teu presente, arriscar descobrir que tua felicidade hoje contrasta com a minha l...
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